M&A: Cuatrecasas lidera assessoria jurídica na Península Ibérica no primeiro semestre

10 de Julho de 2017


A Cuatrecasas é a sociedade de advogados líder no mercado ibérico de fusões aquisições, atendendo ao número de operações em que participou como assessora jurídica no primeiro semestre do ano. Os dados são publicados pelo ranking da Mergermarket, tendo a Cuatrecasas assessorado um total de 39 operações com um valor global de 4767 milhões de dólares (4175 milhões de euros).

Em Portugal, neste período, destaca-se a assessoria jurídica prestada pela Cuatrecasas à Alantra Private Equity na venda da Probos ao grupo Surteco por €99 milhões; à Artá Capital na aquisição da Gascan à Explorer por €70 milhões; à Vialagus na aquisição da Vimeca Transportes por €35 milhões; e à Adira na sua venda à Sonae Capital por €15,7 milhões.

Já em 2016, a Mergermarket posicionava, pelo quarto ano consecutivo, a Cuatrecasas como a sociedade de advogados líder no mercado ibérico por número de operações em que participou como assessora jurídica. De resto, nesse ano, também os rankings Bloomberg Business e Thomson Reuters distinguiram a Cuatrecasas como a sociedade de advogados mais activa neste tipo de operações.


M&A com subidas consideráveis na generalidade da Europa e em Portugal em concreto

No relatório semestral publicado dia 6  pela Mergermarket, agência de informação financeira que monitoriza o sector de advocacia, denotam-se subidas consideráveis no volume de M&A. A Europa representou 32,3% da quota mundial, num total de perto de 482 mil milhões de dólares (422 mil milhões de euros), valor que representa uma subida de 30,11% face ao mesmo período de 2016. A nível mundial, regista-se uma subida de 8,4% de fusões e aquisições, num total de 1492 biliões de dólares (1306 biliões de euros).

Relativamente a Portugal, dados de Maio da Transactional Track Record (TTR) revelavam que o mercado de M&A tinha subido nos primeiros quatro meses do ano 297% face ao mesmo período de 2016.


Critérios Mergermarket

A Mergermarket considera, nos seus rankings, apenas as operações de M&A avaliadas em mais de 5 milhões de dólares (4,4 milhões de euros) e em que seja transaccionada mais de 30% de participação - este segundo critério deixa de ser aplicado em operações avaliadas em mais de 100 milhões de dólares (87,6 milhões de euros).

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