A hora da concorrência - Diário Económico

25 de Setembro de 2014

O debate público sobre a dicotomia "corte na despesa versus aumento da receita" parece começar a deslocar-se para o tema do crescimento económico, e para a melhor forma de o promover.
Há cerca de uma década e meia que a economia não se desenvolve, e colocar novamente o País na rota do crescimento parece estar a tornar-se num desígnio nacional. É bom que assim seja. Todavia, ao contrário do que sucedeu nos tempos que se seguiram à adesão à CEE, não abundam agora fundos comunitários nem grandes projetos para estimular a economia. É pois com as empresas que contamos para puxar pelo País. Isto não significa, contudo, que ao Estado não esteja reservado um papel. Além de políticas, como as fiscais, que têm um impacto sério na competitividade, este deve contribuir para a criação de condições para que as empresas façam crescer a economia. Para isso é fundamental ter uma política de concorrência que lhes conceda os incentivos certos para concorrerem efectivamente entre si, numa rivalidade saudável, gerando eficiência, inovação e emprego. Temos, porém, um caminho longo a percorrer.


Continuar a ler no Diário Económico o artigo de opinião de Ricardo Bordalo Junqueiro.




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