Sensibilidade e bom senso (no trabalho e fora dele) - Diário de Notícias

28 de Novembro de 2016


Opinião - Sensibilidade e bom senso (no trabalho e fora dele)

A vida pessoal de cada um não tem, em princípio, qualquer relevância no plano laboral. O direito à reserva da vida privada impede, por um lado, que o empregador controle o que o trabalhador faz fora do trabalho e, por outro, obsta a intrometimentos na privacidade do trabalhador no próprio tempo e local de trabalho.

A protecção da pessoalidade é transversal a toda a relação de trabalho. Está no início, aquando do recrutamento e selecção dos candidatos, como limite à "curiosidade" dos empregadores ("pensa ter filhos em breve?"); permanece durante a execução do contrato de trabalho, proibindo que os empregadores devassem a vida privada dos seus subordinados (há empregadores que acreditam firmemente que podem, sem mais, controlar os e-mails que os trabalhadores enviam ou recebem da caixa de correio electrónica do trabalho) e, por último, está no fim da relação laboral, servindo como obstáculo a cessações de contrato ilícitas.

 

 

Continuar a ler o artigo de opinião de Cristina Romariz no Diário de Notícias.


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